Novo EMULADOR de PS5 sendo DESENVOLVIDO já se mostra PROMISSOR
Ontem a gente falou do SharpEmu, que já consegue rodar uns joguinho básico em 2D, mas trava feio quando o negócio complica. Pois é, o KytyPS5 já tá um passo à frente nessa história. A base do projeto do dev Nmzik é um pouco mais madura e dá conta de mais coisa, inclusive alguns 3D.
O KytyPS5 não nasceu do zero. Ele é a continuação do Kyty original, que ficou quatro anos parado sem update nenhum. Agora voltou com foco total na arquitetura do PS5, e o salto foi rápido. Hoje o software funciona como uma camada de compatibilidade e já consegue iniciar e rodar jogos 2D sem susto, além de encarar alguns títulos 3D.
O suporte a motores gráficos já cobre Unreal Engine 4 e 5, Unity e engines customizadas, o que é um baita indicativo de que a base do emulador tá bem construída. Na lista de jogos já vistos rodando estão Dead Cells, Disgaea 6, Pac-Man World e Dreaming Sarah. E o mais impressionante: o projeto já conseguiu carregar as partes iniciais de Silent Hill: The Short Message, que é um 3D bem mais pesado que os outros da lista.
Um detalhe técnico que merece destaque é que, no estágio atual, o KytyPS5 não precisa de módulos LLE pra funcionar. Isso simplifica bastante a vida de quem quer testar o emulador sem precisar caçar arquivo de firmware por aí.
Sobre compatibilidade, por enquanto é Windows, com Linux prometido pra frente. No hardware, os testes rolaram principalmente em GPUs NVIDIA. Do lado da CPU, o emulador já suporta instruções específicas do PS5, como SSE4a, o que abre espaço pra rodar em processadores Intel também.
A prioridade de Nmzik agora não é FPS alto nem gráfico perfeito. O foco é corrigir falhas de boot e melhorar a compatibilidade geral, construindo uma base sólida pra que jogos mais pesados rodem com estabilidade no futuro. Como é projeto open source e em desenvolvimento ativo, espera update frequente, só que junto com isso ainda vêm bug gráfico e performance instável, que é normal nessa fase de qualquer emulador.
Vendo os dois projetos lado a lado, dá pra sentir a diferença de estágio. O SharpEmu segura o básico em 2D, mas ainda engasga quando o jogo pede mais da máquina. Já o KytyPS5 empurra o limite um pouco mais além, encarando engines mais pesadas e até título 3D mais puxado, mesmo que ainda com falha de gráfico e travada pelo caminho. Ter duas frentes correndo em paralelo só acelera o processo pra galera, cada uma testando um pedaço diferente do quebra-cabeça que é o hardware da Sony.

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