GEZINE revela DETALHES do POSSÍVEL DESBLOQUEIO do SWITCH 2
Gezine sumiu por um tempo e muita gente pensou que ele tinha sido banido do X, mas não foi isso que aconteceu. Na verdade, ele mesmo resolveu apagar a conta para dar um tempo e agora voltou, justamente quando as pesquisas sobre o Switch 2 estão começando a dar resultado.
E ele não voltou com as mãos vazias. Gezine detalhou um exploit de userland que funciona tanto no Switch 1 quanto no Switch 2. A grande sacada aqui é que ele não usa save exploit. Os métodos que dependem de save geralmente prendem o usuário à Nintendo Online para transferência, o que obriga a ficar no firmware mais recente. Isso é uma armadilha, porque quem quer hackear o console normalmente quer evitar atualizações. A solução de Gezine ignora esse problema completamente. Ela funciona em qualquer versão de firmware, sem precisar de conta online e sem depender de sincronização de save. Isso sozinho já facilita muito a vida de quem pesquisa e de quem só quer acompanhar o que está acontecendo na cena.
Um ponto interessante é o que ele disse sobre o WebKit do Switch 2. Muitas pessoas achavam que o navegador seria a porta de entrada, como sempre foi nos consoles anteriores. No entanto, a Nintendo incluiu o Arm PAC no console, que é um código de autenticação de ponteiro que protege muito mais o sistema contra ataques de corrupção de memória. Na prática, isso torna o caminho pelo navegador muito mais difícil. Gezine decidiu não se preocupar com isso e procurou um método mais simples para conseguir a execução.
Agora, vamos ser realistas: isso não é um jailbreak completo. Não há um exploit de kernel público e não há uma escalada total de privilégios ainda. Conforme noticiado aqui, o que existe é um ponto de entrada em userland (nível de usuário), o que já é um grande avanço porque não trava o pesquisador em uma versão específica de firmware ou em um serviço online para funcionar.
Quem acompanha a cena de hacking de console sabe que é assim que tudo começa: primeiro aparece um userland limpo e estável, depois a comunidade usa isso como base para ir atrás do kernel. O detalhe do Arm PAC também é um recado para quem está de olho no WebKit: a Nintendo aprendeu com os erros do Switch 1 e fechou essa porta de um jeito bem mais sério desta vez. Vale ficar de olho no que sai daqui para frente, porque com um vetor estável rodando sem depender de save, o próximo passo tende a vir mais rápido do que aconteceu no console anterior.

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